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Notícias
 

Capital privado movimenta US$ 4,4 bi na AL em 2008

 

Contra o aperto...

 

Mais de 100 companhias de Capital Privado (Private Equity) e de Capital de Risco (Venture Capital) registraram 184 operações e volume total de investimento de US$ 4,4 bilhões na América Latina. O Brasil, México, Colômbia, Peru e Chile são os países que dominaram as transações de capital privado na região, cerca de 80% das companhias que receberam capital privado em 2008 atuava em um destes cinco países.

O valor total de fundos criados em todo o ano foi de US$ 6,4 bilhões, operação realizada por 45 fundos de capital privado e de capital de risco. A maior parte do capital na América Latina foi destinada para fundos regionais, e o Brasil recebeu 48% e o México, 15%.

Enquanto o Peru e a Colômbia criaram três fundos novos cada um. Os setores que apresentaram maior número de transações em 2008 foram: recursos naturais, energias alternativas, infraestrutura, agricultura e bens imóveis. Os executivos dos fundos especificaram várias operações dirigidas às indústrias de educação, cuidado médico, serviços financeiros e consumo de produtos, focados no fornecimento de serviços para a crescente classe média latino americana.

Fonte: Reseller Web

 

 

Depois das turbulências do final de 2008, as empresas começaram o ano focadas em garantir que suas vendas não diminuíssem,e com isso o risco da iinadimplência nas vendas a prazo.No Brasil, em janeiro de 2009 o Serasa Experian apontou uma alta de 28,9% na dimplência de pessoas jurídicas em relação ao mesmo período de 2008.

Em um panorama assim, as pequenas empresas são as que mais sofrem, pois não possuem uma equipe para analisar riscos e dar suporte às vendas,e são as que têm mais dificuldades para garantir liquidez quando o calote é grande.

Para blindar-se desse risco, o pequeno empresário deve é aprender a realizar uma análise da capacidade de pagamento de seus clientes,a contratação de serviços de informação comercial que lhe dão um score e uma análise precisa do comportamento prévio de consumo de um cliente é importante. Se a inadimplência não ultrapassa 1% do faturamento da empresa, é tolerável, mais que isso poderá afetar as finanças, e o melhor é começar a transferir o risco, contratando financeiras ou empresas de cartão de crédito, e sempre que possível, fugir do cheque. A adoção de instrumentos como a aceitação de cartão de crédito é um iinsumo absolutamente necessário, que o empresário tem que começar a incluir na formação de preço de seu produto ou serviço.

Fonte: América Economia


Mercado em Destaque: Para onde vai o dinheiro do consumidor
 

Responsável por 60% de toda a riqueza produzida no país, o consumo atingiu 1,8 trilhão de reais em 2008. Segundo estudos da Exame, mesmo em um cenário pessimista( de retração de 0,5% da economia), os gastos das famílias devem apresentar um pequeno crescimento em relação a 2008, de 2,4 bilhões de reais. No pior quadro imaginado para 2009, o mercado consumidor brasileiro irá repetir, com alguma folga o desempenho do ano passado, um dos melhores da história. Numa projeção otimista, os números deste ano podem ser mais vistosos, dependendo do setor em questão. A heterogeneidade setorial, alias, é uma das marcas “registradas de 2009”.

Entre os setores de perspectiva mais positiva esta o de supermercados e hipermercados, que devem crescer 5,3% praticamente repetindo a taxa de 2008.

Tende a sofrer menos quem produz bens e serviços considerados essenciais, como alimentos, remédios, artigos de higiene pessoal e limpeza doméstica.

 
Novidades: Industria de Alimentos – tendências e oportunidades
 
 

Estudos recente apontam que as classes C1, C2 e E serão destaques para 2009, garantindo crescimentos acima do que foi apurado em 2008, um dos melhores das últimas décadas.

Enquanto todas as outras classes sociais irão encolher, segundo estudos, a classe C1 – renda mensal de R$1.400,00 irá crescer +5,8% ; as classe C2 e E com renda mensal de R$950,00 e R$440,00 respectivamente também devem crescer em taxas interessantes de +18% e +33%.

A principal indústria beneficiada por este crescimento nestas faixas da população será a de Alimentos. Para estas classes sociais o item alimentos aparece como primeira prioridade de consumo.

A ECM esta em fase de desenvolvimento de um estudo de mercado que trata da “Industria de Alimentos – tendências e oportunidades”. Este estudo tem como objetivo apoiar as empresas que necessitam conhecer melhor esta indústria e na definição das estratégias de mercado.

Para saber mais a respeito entre em contato.

 

   
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